Serviços

Ouvido

  • Infecções agudas e crônicas
  • Labirintopatias e doenças do equilíbrio
  • Alterações de audição
  • Doenças degenerativas
  • Cirurgia plástica (orelha de abano)
  • Traumas

 

Nariz

  • Sinusopatias (doenças dos seios paranasais)
  • Epistaxes (sangramento nasal)
  • Infecções agudas e crônicas
  • Alergias
  • Hipertrofia de Adenóides
  • Fraturas Nasais
  • Desvios do septo nasal

Boca-Faringe-Laringe

    • Infecções agudas e crônicas;
    • Amigdalites;
    • Faringites;
    • Laringites;
    • Rouquidão
    • Doença das cordas vocais;
    • Adenoidites;
    • Tumores

CIRURGIAS À LASER

Laser na cavidade oral e faringe Laser na cavidade oral e faringe
O laser de CO2 é empregado em múltiplas patologias, desde a extirpação de pequenas lesões até a tonsilectomia. O importante é que haja uma completa exposição das lesões e que elas sejam removidas in totum, com margens de segurança e sem que a lesão seja vaporizada.

Laser em otologia (doenças do ouvido) Laser em otologia (doenças do ouvido)
Técnica precisa, de não contato e com perfeito controle das estruturas do ouvido médio, facilitando as operações revisionais e reduzindo a incidência de lesão do ouvido interno.

Laser na laringe (doenças da garganta) Laser na laringe (doenças da garganta)
O uso do laser de CO2 na laringe representa um marco pioneiro na utilização dos raios em laser em Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Através destes anos, aperfeiçoamentos técnicos foram surgindo e a precisão do uso do laser na laringe foi se tornando cada vez mais clara. A diminuição do sangramento, menor edema (inchaço) pós-operatório com recuperação da qualidade vocal mais rápida.

Laser no nariz e seios paranasais Laser no nariz e seios paranasais
O tratamento da obstrução nasal com raios laser vem se tornando um processo cada vez mais frequente. Principalmente a redução das conchas nasais inferioes nas “Rinites Crônicas Hipertóficas” representa método simples e efetivo, realizado ambulatorialmente, sob anestesia local, sem sangramento, não necessitando de tamponamento nasal.

Outros Serviços

 

Audiometria Tonal e Vocal Imitanciometria Audiometria Tonal e Vocal Imitanciometria
A audiometria tonal permite a identificação dos limiares auditivos enquanto a audiometria vocal informa a discriminação auditiva de palavras e os níveis de reconhecimento e compreensão da fala. Esses exames são realizados no mesmo momento e geralmente associados à Imitanciometria que fornece informações sobre a integridade do conjunto composto pela membrana timpânica e ossículos da orelha média, função da tuba auditiva, além de auxiliar no diagnóstico topográfico da paralisia facial periférica e seu prognóstico e na identificação de simuladores.
Disturbio de Deglutição Disturbio de Deglutição
A disfagia é um distúrbio de deglutição, com sinais e sintomas específicos caracterizada por alterações em qualquer fase ou entre as fases da dinâmica de deglutição, de origem congênita ou adquirida, podendo gerar prejuízo pulmonar, nutricional e social, sendo que o profissional especialista em Disfagia está apto, nos distúrbios de deglutição, a intervir com precisão em situações que envolvam a avaliação, diagnóstico e tratamento fonoaudiológico dirigidos à populaçãonos diferentes ciclos de vida.
Estroboscopia Estroboscopia
A Videoestroboscopia representa um avanço no diagnóstico das alterações das pregas vocais. Através do uso da luz estroboscópica, é possível a visualização da onda mucosa das pregas vocais como se o movimento estivesse em câmera lenta. Este exame permite melhor diferenciação entre lesões como nódulos, cistos, sulcos, pólipos, entre outras alterações.
Rinosseptoplastia Rinosseptoplastia
A rinosseptoplastia é uma cirurgia que tem dupla finalidade,tanto no que diz respeito à melhora da estética quanto à da respiração e é realizada num mesmo ato cirúrgico. Tem a finalidade primordial de fazer com que o nariz possa desempenhar plenamente suas funções e paralelamente que fique com um aspecto bonito, condizente com a face, pois o nariz contribui de modo muito importante para harmonia da mesma.
Processamento Auditivo Central Processamento Auditivo Central
É um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos competitivos e com degradação do sinal acústico.
Cirurgia de Cabeça e Pescoço Cirurgia de Cabeça e Pescoço
Cirurgia de Cabeça e Pescoço é uma especialidade médica, essencialmente apoiada em procedimentos cirúrgicos, também considerada um ramo da oncologia, que se ocupa da prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação das patologias neoplásicas malignas e benignas, e das afecções congênitas e de algumas condições inflamatórias que acometem a região do víscero-crânio ou face e da área cervical ou pescoço.
Implante Coclear Implante Coclear
O implante coclear é um dispositivo eletrônico de alta tecnologia, também conhecido como ouvio biônico, que estimula eletricamente as fibras nervosas remanescentes, permitindo a transmissão do sinal elétrico para o nervo auditivo, a fim de ser decodificado pelo córtex cerebral.
O funcionamento do implante coclear difere do Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI). O AASI amplifica o som e o implante coclear fornece impusldos elétricos para estimulação das fibras neurais remanescentes em diferentes regiões da cóclea, possibilitando ao usuário, a capacidade de perceber o som.
Atualmente existem no mundo, mais de 60.000 usuários de implante coclear.
Vídeo Cirurgia Nasossinusal Vídeo Cirurgia Nasossinusal
Trata-se de um procedimento cirúrgico que é realizado através das narinas com o auxílio de um endoscópio rígido, acoplado a um sistema de vídeo (videocirurgia endoscópica). Permite a abordagem cirúrgica mais precisa das estruturas nasais e dos seios da face. A cirurgia endoscópica endonasal é utilizada principalmente para tratamento da sinusite crônica, com ou sem polipose nasal. Pode ser empregada ainda, para tratar outras lesões nasossinusais como tumores, fístulas liquóricas e para controle de epistaxes (sangramento nasal) severas, entre outros (obstrução das vias lacrimais, oftalmopatia de Graves, tumores de hipófise, malformação nasossinusais).
Otoplastia Otoplastia
A otoplastia é a acirugia para correção de deformidades na orelha externa. Podem ser anomalias do crescimento, deformidades adquiridas por trauma ou outras doenças. A deformidade mais conhecida é a orelha em abdução ou “orelha-de-abano”.
Fonoterapia Fonoterapia
Fonoterapias são sessões (terapias) direcionadas para reabilitação de algum distúrbio de comunicação, sendo este, linguagem oral e/ou escrita, motricidade orofacial, auditivo ou ainda de voz.
Exame do Labirinto Exame do Labirinto
A eletronistagmografia é parte fundamental da investigação das tonturas e tem como objetivo examinar alguns reflexos do complexo sistema de equilíbrio corporal. É um exame indolor que em alguns momentos pode desencadear uma tontura leve e passageira e demora cerca de 30-40 minutos. Na nossa clínica o exame é realizado através de um sistema de vídeo (videonistagmografia) que permite um registro e uma avaliação muito mais precisa das respostas, melhorando assim a eficácia do diagnóstico. As respostas aos estímulos são captadas por uma câmera de vídeo acoplada a uma máscara que é colocada no rosto do indivíduo e transmitidas a um decodificador computadorizado. Estas respostas são posteriormente analisadas por médicos especialistas neste assunto. Ajuda o médico a definir se a tontura tem origem no sistema nervoso central (e neste caso deve ser tratada pelo neurologista) ou no labirinto (que é tratada pelo otorrinolaringologista) e também é útil no acompanhamento da evolução e do tratamento da doença.
Bera Bera
É um exame digital que analisa o potencial evocado auditivo (uma resposta emitida pelo nervo auditivo ao ser percorrido por um impulso nervoso que neste caso é desencadeado por um som). O ouvido humano está ativo vinte e quatro horas por dia quer o indivíduo esteja acordado, dormindo ou sob efeito de sedativos e mesmo anestésicos. Para que o impulso nervoso seja desencadeado é necessário que o som chegue ao tímpano, percorra os ossículos do ouvido (martelo, bigorna e estribo) e chgue à cóclea, onde a energia mecânica é transformada em energia elétrica e assim “começa” o impulso nervoso.
A medida que o impulso nervoso caminha pelo nervo auditivo para chegar ao cérebro ele vai gerando um potencial (chamado de potencial evocado auditivo) que é captado pelo equipamento conectado à pessoa e transformado em dados que são armazenados na memória de um microcomputador para posteriormente serem analisados e transformados numa curva que é interpretada pelo médico.
Assim, o BERA pode ser realizado em qualquer idade, desde recém-nascidos até idoso, acordados, dormindo (sono natural ou anestesia geral) ou em coma.
Audiometria Comportamental Audiometria Comportamental
Para o desenvolvimento da fala e da linguagem da criança, o papel da audição é fundamental.
Estudos comprovam que a detecção de alterações auditivas e a intervenção iniciada até os 6 meses de idade, garantem um desenvolvimento comparável com crianças normais, de mesma faixa etária que não tiveram nenhuma alteração auditiva. Daí a importância da detecção e intervenção ainda nos primeiros meses de vida!
Esse tipo de audiometria como o próprio nome já diz, avalia o comportamento da criança frente ao estímulo auditivo. É usado para crianças de 0 a 2 anos de idade ou crianças com outros comprometimentos associados.
Esse exame permite o rastreamento de crianças com surdez acentuada, severa e profunda.
Utiliza-se instrumentos musicais e sons da fala. As respostas aos estímulos sonoros variam de acordo com a idade e com a intensidade mínima de estímulo, a avaliação deve constar de estímulos de diversas intensidades (entre 25 e 90 dB).
Emissão OTO Acústicas Emissão OTO Acústicas
A emissão otoacústica é uma medida objetiva e não invasiva da função coclear, ou seja, da função das células ciliadas externas (CCE) localizadas no ouvido interno ou cóclea.
Quando as EOAs estão presentes, pode-se assumir que as CEE estão funcionando e que, provavelmente, os limiares auditivos estão entre 30ª 40 dBNA ou melhores, ou seja, que a audição está normal. A ausência de EOAs pode estar relacionada a diversos fatores, desde uma disfunção na condução do som até a desordens da percepção neurossensorial deste som.
Inicialmente, este procedimento foi utilizado para a triagem auditiva neontal, visando o diagnóstico precoce das perdas auditivas na infância. Atualmente, vendo sendo utilizado também como um exame complementar na prática clínica. Uma das vantagens da utilização das EOAs coo teste clínico, é a maneira simples, não invasiva e rápida de ser realizada e medida no canal auditivo externo.
As EOAs são úteis na triagem da função auditiva coclear em crianças, no diagnóstico diferencial da perda auditiva neurossensorial e em pacientes difíceis de serem tesados, por exemplo no caso de pacientes inconscientes em uma UTI, além de permitir o monitoramento da condição das células ciliadas externas (CCE) em pacientes expostos a drogas tóxicas para o ouvido interno, expostos a ruído intenso ou acometidos de doença auditiva de evolução progressiva.
Reabilitação Labiríntica Reabilitação Labiríntica
A terapia de reabilitação labiríntica é indicada para todas as idades, com perturbação do equilíbrio corporal, ilusão de movimento, sensação de instabilidade, oscilação e vertigem (sensação rotatória de objetos ou de si próprio). O tratamento é indicado principalmente nos casos de vertigens crônicas, vertigens por mudança de postura, pacientes idoso com alteração de equilíbrio que apresentam quedas ou desvio de marcha, tontura em veículos em movimento, desconforto em lugares movimentados (shopping, supermercados, feiras…).
Os exercícios bem aplicados e personalizados proporcionam 85% de melhora total dos sintomas, ou então, contribuem na diminuição da intensidade e frequência da tontura.
O objetivo principal da reabilitação labiríntica é o retorno do paciente às atividades diárias e a recuperação da auto-estima e confiança.
O programa de reabilitação vestibular deve estar de acordo com o tipo de disfunção vestibular que é identificado através do exame otoneurológico.
Os resultados do tratamento dependerão da idade do paciente, da vontade (participação ativa do paciente ao tratamento), de medicações (que podem retardar ou acelerar a compensação vestibular) e o estado psíquico do paciente.
A reabilitação vestibular visa estimular a estabilização visual durante o movimento de cabeça: aumentar a interação vestíbulo-visual durante o movimento de cabeça; proporcionar mais estabilidade de postura estática e dinâmica em situações de conflito sensorial; diminuir sensibilidade individual frente a movimentos cefálicos e aumentar níveis de atividade do dia a dia.
Importante que se saiba que sentir tontura e outros sintomas vestibulaes, ao longo da realização de exercícios do tratamento podem ocorrer e que isto não representa recorr~encia de crise ou piora na evolução do quadro. Essas manifestações são comuns no início do tratamento e tendem a sumir com a continuação do mesmo.
Com o tratamento adequado, um número maior de pessoas têm se beneficiado, obtendo grande melhora ou cura dos seus distúrbios labirínticos (vestibulares).
Vídeo Nasofibrolaringoscopía Vídeo Nasofibrolaringoscopía
Por meio de uma fibra óptica, acoplada a um sistema de vídeo pode-se visualizar e filmar todo território das vias aéreas superiores (fossas nasais, rinofaringe, orofaringe e laringe). Esta ampla visão permite diagnósticos mais precisos nas rinites, sinusites, desvios de septo, adenoide e problemas em geral das cordas vocais. Possibilita também um melhor esclarecimento do ronco e da apnéia noturna.